Nelma Fernandes

Nelma Fernandes

Treinadores Certificados ICC

NELMA FERNANDES

Nelma Fernandes é uma empresária na área do Coaching. CEO e fundadora da Win Coach Academy, completamente apaixonada e fascinada pelo auto desenvolvimento do potencial humano.

Licenciada em Arquitectura e Gestão Financeira, com 9 anos de experiência no sector de gestão bancária e de activos. Também possui uma pós-graduação em Leadership and Career Development for Women in Business e Executive Master in Management, ambos feitos na Católica Lisbon School of Business & Economics.
Possui ainda larga experiência, mais de 8 anos em gestão de franquias multinacionais, com 6 lojas próprias, até 2017.

É Certificada pela ICC como International Certified Coach e como International Coach Trainer da ICC para alguns países africanos.
Executive Coach, Life Coach, Team Coach e Formadora especializada em Coaching nas várias vertentes em grandes empresas, com forte componente operacional no trabalho de Coaching com Equipas e Líderes na ótica da mudança comportamental e da implementação de uma cultura de Coaching. Possui elevada experiência profissional em várias PME´s e em multinacionais de referência.

É certificada com a Metodologia das Constelações Organizacionais pela International Talent Manager e também como Certified DiSC Trainer. Além disso, a Nelma é qualificada em Experiência Somática, uma abordagem revolucionária, baseada na neurociência, para ajudar a superar e curar os seus sintomas do SPT, o stress crónico e outros sintomas relacionados ao trauma. Igualmente em Bodynamic International, baseada na Psicoterapia e Análise Somática que estuda Estruturas de Carácter, Modelos de Comunicação, Formação de Fronteiras, etc.

Todas estas ferramentas aliadas ao coaching permitem a Nelma desenvolver excelentes dinâmicas de trabalho com equipes dentro e fora das empresas.
Nelma Fernandes defende e acredita que um dos maiores recursos das empresas é sem dúvida alguma o seu capital humano. Por esse motivo investir na melhor versão de cada indivíduo traduz se num resultado gigantesco para qualquer organização.

Key note speaker em congressos de Coaching e Liderança Inspiracional.

Adora ler, correr e essencialmente viajar para conhecer novas culturas. A partilha com o outro é o que nos alimenta a alma.

CONTATO
Win Coach Academy
Campo Pequeno Nº 40 – 4ºE
1000-080 Lisboa, Portugal
Telefone: +351 934 588 648
www.wincoach.pt
Email: wincoach@wincoach.pt

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O Inesperado – por Joseph O’Connor

O Inesperado – por Joseph O’Connor

O Inesperado – por Joseph O’Connor

Feliz Ano Novo!

Natal e Ano Novo são feriados muito agradáveis.
E… como é Ano Novo, que tal falar das resoluções de Ano Novo?
Bem, vou resistir à tentação de dedicar este artigo à futilidade ou importância ou sucesso ou fracasso das resoluções do Ano Novo.

Vamos falar sobre o inesperado.

Quando eu era criança, meus pais deixavam um lugar vazio na mesa do jantar no Natal para o inesperado convidado. Faca, garfo e guardanapo foram postos, e a cadeira está pronta, caso alguém chegasse. Minha mãe fazia um pouco de comida extra além do que a família comeria.

Este lugar para o “convidado inesperado” é um antigo costume irlandês, (ainda em uso em partes da Irlanda). Um viajante cansado pode bater em sua porta à procura de abrigo. E os irlandeses, sendo uma das pessoas mais hospitaleiras da terra, querem oferecer mais do que apenas um abrigo da chuva. (Está sempre chovendo na Irlanda).

Na verdade, eu não entendia a ideia quando era jovem. Parecia agradável, mas inútil, e nunca tivemos nenhum convidado inesperado, então por que se preocupar? Ainda assim, lembro-me disso todo Natal.

É um pensamento generoso querer ter um convidado para compartilhar a comida. Em um nível mais profundo, é uma abertura para o inesperado. Quando eu busquei o termo “convidado inesperado” na internet, os resultados que recebi foram principalmente ligados a algo assustador, (há um famoso conto sobre assassinato chamado “O convidado inesperado”.) Como se um convidado inesperado fosse sempre ruim.

A palavra “esperar” é derivada de ‘ex’, que significa ‘antes’, e ‘espect’ que significa ‘ver’, então é esperado algo se você já viu isso e inesperado se você não tiver visto. Então, é novo e vamos nos alegrar de o inesperado acontecer. Não podemos prever o que acontece de um minuto para o outro, sempre há a possibilidade da surpresa. A vida seria tão chata se fosse o contrário.

No entanto, gastamos muito tempo, esforço e energia tentando controlar nosso meio ambiente, afastando a possibilidade do inesperado como se fosse um ladrão. O que distingue um convidado de um intruso é forma como você os vê (sempre que não pretendem prejudicar). Um convidado não é um intruso, pelo contrário, eles são bem-vindos.

Quando o inesperado vem, muitas vezes tentamos diminuí-lo, e fazemos isso de duas maneiras.

Uma delas é dizer: “Eu sabia disso de qualquer maneira” e, se isso não funcionar, então recorremos à segunda opção: “Bem, de qualquer maneira, não é importante”.

Uma pena, uma oportunidade inesperada pode ser desperdiçada.

Bem-vindo ao convidado inesperado, há muitos lá fora, esperando uma chance de entrar. Eles têm histórias interessantes e maravilhosas para contar e podem dar-lhe a ideia de uma nova aventura. Tenha um lugar na sua mesa mental para eles, para que você possa ouvir os contos dos viajantes. Como coaches, se fizermos isso nós mesmos, poderemos ajudar nossos clientes a ver as possibilidades em sua experiência, há um novo ano a partir de todos os dias.

Aqui está um poema chamado “A casa de hóspedes”, escrita por Sufi Jalaluddin Rumi no século XIII. Dá a visão mais profunda do inesperado.

A casa de hóspedes

Esta pessoa é convidada da casa.

Todas as manhãs uma nova chegada.

Uma alegria, uma depressão, uma maldade,
alguma consciência momentânea vem
como visitante inesperado.

Bem-vindo e entretenha a todos!
Mesmo que sejam uma multidão de tristezas,
que varrem violentamente sua casa vazia de seus móveis,

ainda assim, trate cada hóspede honradamente.
Ele pode estar limpando você
para um novo prazer.

O pensamento sombrio, a vergonha, a maldade,
conheça-os na porta rindo
e convide-os para dentro.

Seja grato por quem vem, porque cada um foi enviado
como guia de além.

Sobre Joseph O’Connor: http://internationalcoachingcommunity.com/pt-pt/joseph-oconnor/

Educação Moral e Cívica – por Andrea Lages

Educação Moral e Cívica – por Andrea Lages

Educação Moral e Cívica – por Andrea Lages

Nos meus primeiros anos de escola, uma das minhas matérias favoritas se chamava Educação Moral e Cívica.

Dependendo da época em que cada leitor viveu a sua infância, saberá a que me refiro.

Para os que não conhecem, a E.M.C. era uma matéria formal e obrigatória nas escolas, que tinha como intuito ajudar a formar bons cidadãos, os quais conheciam os seus deveres e direitos.

Mas este objetivo eu só descobri recentemente, naquela época jamais me ocorreu o significado literal destas palavras, eu simplesmente adorava pintar os desenhinhos das historinhas em quadrinho, a bandeira do Brasil, e conversar a respeito de fatos cotidianos da minha cidade e pais. Isso era muito mais legal do que decorar a tabuada ou aprender a respeito de coisas que haviam acontecido e deixado de acontecer centenas de anos antes de eu sequer existir!

Outro dia, voltando de carro para a minha casa aqui em Londres, observava as pessoas atravessando a rua na minha frente, e pensava… como os valores morais de uma cultura ou região se refletem diretamente na realidade cotidiana de toda uma nação?

E pensei em todos os países em que já estive, que são dezenas deles, e em culturas de maneira geral, e como fica claro perceber quais são aqueles valores estabelecidos fortemente desde o berço, naquela cultura da qual aquela pessoa fez e da que faz parte.

Uma pesquisa de IVH (Índice de Valor Humano) realizada pela ONU (Organização das Nações Unidas) mostrou que na opinião dos brasileiros, de forma geral, o que é necessário mudar no Brasil para a qualidade de vida melhorar de verdade é em primeiro lugar, a educação, seguida de política pública, violência, valores morais e emprego. Já no Estado de São Paulo houve uma variação em relação à opinião nacional, ficando valores morais em primeiro lugar.

Muito provavelmente, se a mesma pesquisa fosse feita na Inglaterra ou em qualquer outro país, o resultado seria outro.

E aí me ocorreu: Isso vale não somente para países, mas também para cada uma das famílias e dos cidadãos.

Se pararmos para pensar, veremos claramente como os valores que vivenciamos (ou não) na nossa casa, influencia a nossa vida de maneira geral.

Eu particularmente tenho dois valores muito fortes e inabaláveis, um é o respeito, o outro a honestidade.

Não consigo imaginar uma vida satisfatoriamente feliz sem a presença de um destes dois valores.

E analisando a minha realidade, vejo como todos na minha casa, também adotaram os mesmos valores orientadores, assim como eu adotei os valores dos outros membros da minha família.

E nisso eu pensava quando observava as pessoas atravessando a rua… na tranquilidade em que estava sentindo, parada no farol, com o vidro aberto, e nem sequer pensando em checar o espelhinho para me assegurar de que ninguém estava se acercando para me assaltar. E todos ao redor estavam agindo da mesma maneira.

O menino que aparentava ter uns 10 anos atravessando a rua sozinho, com a sua mochila de escola, falando em um IPhone, o executivo com a sua mochila nas costas, a qual não tentava disfarçar a presença de um laptop, e o velhinho, que atravessava a rua calmamente com a sua bengala, sem ser atropelado pelos outros pedestres e sem se preocupar em terminar de cruzar depressa, por se acaso o sinal verde ficasse vermelho para ele.

E percebi a principal razão para eu amar Londres, é porque as pessoas e seus valores, constroem uma nação e (independente do clima meteorológico), constroem a qualidade da vida que possuem. (Não me refiro apenas a Londres, mas mencionando o que eu observava enquanto pensava a este respeito. Claro que amo muito o Brasil, no entanto, por razões diferentes.).

Nossos valores constroem a nossa realidade, desde que sejamos congruentes com eles!

Afinal, de que serve valorizar a educação se você morre de preguiça de ler um livro?

Ou a honestidade se você fica feliz quando recebe um troco a mais e nem considera devolver a diferença ao caixa da loja?

Voltando a educação moral e cívica, e sabendo que ela já não é matéria obrigatória nas escolas, o que cada um de nós pode fazer para incorporá-la na nossa rotina para assim contribuir para uma sociedade mais moral e civicamente satisfatória?

Para saber mais sobre os treinamentos de Andrea Lages no Brasil, por favor envie um email para info@lambent.com

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